Então ela começa a ter pesadelos...
Daqueles antigos que a incomodavam.
Daqueles que ela costumava ter quando ele aprontava.
E então... ela começa a desconfiar que há algo errado nisso.
Não necessariamente errado daquele jeito.
Mas HÁ algo errado.
Ela sabe disso.
Em um final de semana,
surge a suspeita.
Algo que não dava para ser ignorado.
Por que ele ficou arrisco?
Por que se comportou daquele maneira?
Por que ficou nervoso e bravo a ponto de brigar com ela?
Isso, definitivamente, gerou suspeitas.
Ela estava inocente.
Apenas olhando, sem pensar em maldade nenhuma.
Ele a acusou de invadir a privacidade dele,
que tudo o que envolvia uma certa pessoa era motivo de implicância.
Mas espere... Essa pessoa deveria ter saído da vida dos dois.
Então... não saiu?
Ele a procurou? Voltaram a conversar?
E ainda mais, por aquele aplicativo? O que não guarda histórico?
E por que ele está usando...
Já que, segundo ele mesmo, só tem nos contatos ela e a irmã dela.
Que coisa...
Não há como não imaginar outras coisas.
Não há como não duvidar.
Chego a conclusão que ela não poderia deixar isso de lado.
Não vejo a necessidade dela investigar, ir a fundo.
Apenas ficar vigilante.
O que, pobre sonhadora, achou que nunca mais teria que ficar.
Acreditou que poderia apenas viver, amar e sorrir.
Mas pelo jeito, há algumas coisas a serem resolvidas ainda.
Fique de olhos abertos e preste atenção aos sinais.
Boa sorte garota!
Torço por você e pela sua felicidade.
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